sábado, 19 de dezembro de 2015

Cega flor da terra dos mudos que só sabia chorar
Calmaria da madrugada em meio a borbulhos
Não saberia pra que e muito nem pra quem
De longe sentia o ar da tempestade que ruía
E, agora, nada mais se perderia, nem noite.. nem dia

Felícia Ferreira


Nenhum comentário:

Postar um comentário